vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, olá, sou o vento, estou vivendo aqui por enquanto, espero que daqui a pouco esse blogger preguiçoso de uma figa crie vergonha na cara e atualize o blog, mas por enquanto vou ficar aqui, perambulando...
vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
O Bê A Bá da minha vida, de A a Z
Nesse espaço compartilho com vocês um pouco mais sobre a vida de um jovem estudante de comunicação social, 22 anos, amante de rock'n'roll, boa música, cinema, literatura e artes no geral, família, amigos... Alguém totalmente lunático, que parece ser de outro planeta, mas pertence ao mesmo planeta que você :P Dedico esse espaço para falar de mim!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
O sabor do "agora" (em homenagem aos amigos)
Meus queridos leitores, no horário em que escrevo a presente postagem, desejo uma boa noite, mas façam as adaptações :)
Ando tendo pouco tempo para vocês, não é mesmo? Gente, não é que eu lhes faça pouco caso, o problema é que a cada dia minha rotina fica mais pesada, mas, enfim, todo burro tem que aguentar sua carga, não é mesmo?
Bem, sem mais, vamos ao post de hoje.
Havia um certo tempo em que eu não entrava em meu antigo msn, e hoje ao acessá-lo com a missão de reenviar convites para os antigos contatos (o msn novo que eu criei não está adicionando quase ninguém, estou tendo um sério problema que se resume ao seguinte caso: eu envio o convite mas o contato não é adicionado, fica na minha lista de offline durante um tempão, e eu pergunto se tal pessoa recebeu o convite e ela me fala que não, se alguém tiver a solução para esse problema e quiser me ajudar, é muito bem-vinda a ajuda =D) comecei uma conversação com meu tão estimado amigo André Valério, e em contrapartida ouvindo algumas músicas resolvi fazer essa postagem.
Acho que até hoje, nunca parei para pensar no valor do "agora". Essa palavra, tão despercebida, que diz tanto.
Comecei a pensar então, em qual sabor teria o "agora". Pensem comigo, a gente nunca dá valor a isso, nem adianta dizer que dá valor nem mimimi mimimi, porque estaremos sendo hipócritas, e é só quando lemos textos como esse que estou postando agora, ou power points da vida LOL que realmente damos valor.
Conversa vai, conversa vem, estávamos relembrando uma época que não viveremos mais, porque aquilo foi o "agora" de um dia distante, que não tem volta. Uma fração de segundos, que vale por anos e anos de recordação, uma verdadeira fotografia mental.
Chega a ser engraçado, pois em recordação a esse momento, outros momentos também foram lembrados, com personagens e situações diferentes em cada fotografia. O "agora" de cada um desses momentos englobava diferentes iguarias, umas mais doces, outras mais salgadas,umas mais picantes, outras nem tanto, mas todas dosadas, nada em exagero, afinal, um bom cheff sabe administrar os seus pratos, correto?
E também cada fotografia envolvia diferentes personagens com os seus próprios "agora", analisados sob um ponto de vista totalmente diferente, encorporando seus próprios temperos, criando seus próprios sabores.
Muitas vezes, aquela fotografia tirada por mim, pode não ter sido tirado por eles, e vice-versa.
Por exemplo, lembrei do ano de 2009, em que comecei a faculdade, nessa época eu morava em um condomínio onde fiz amizade com o André e então a gente saia bastante.
Nessa conversa do msn que tivemos, lembramos de tudo, desde o dia em que eu mudei pra lá e dos dias que eu não morava lá, mas ele me conhecia de vista (diz ele que eu era muito excêntrico, será? HAHAHAHA), dos momentos antes de eu tirar carteira de motorista, de todas as aflições que eu vivi, dúvidas, medo de não passar, nervosismo, e então a primeira tentativa, que foi falhada.
Ao pensar na falha, lembrei de um "agora" muito distante em que fui a uma ranchada de meu grande amigo Ricardo Marques, após a prova pra tirar a carteira, e que acabou sendo uma das ranchadas mais épicas de todos os tempos, com presença de duas entidades, representando o lado do bem, junto com Jesus Cristo, Smurfs, Zé Colmeia e os anjos, Raulzinho, e do lado das trevas, junto com Lúcifer, Adolf Hitler, Restart, Justin Bieber e Milles Cyrus, Jeruza.
Enfim, ao comentarmos do dia em que tirei carteira, lembrei de uma de minhas maluquices e bagunças da adolescência, em que saímos sem rumo de carro nas ruas de Piumhi, e então nos deparamos com uma casa muito sinistra, e resolvemos aprontar por lá.
Com o carro parado no meio da rua totalmente deserta, as luzes fracas do poste e o movimento de duas outras pessoas desconhecidas em uma esquina, o André sai do carro e vai bater em uma janela de uma casa também sinistra.
Ao som de "A Saucerful of Secrets" (segue audio http://www.youtube.com/watch?v=RJbNoHQmcAI) os dois desconhecidos começam a andar em direção ao carro que estava com a porta de trás aberta, com dois passageiros dentro do carro e um do lado de fora, sem saber da presença das outras duas pessoas. Se tudo tivesse dado errado, sabe lá o que poderia ter ocorrido com a gente.
Poderíamos ter sido mortos, roubados, sequestrados? Quem pode saber? Mas o importante é que aquele "agora", a simples saída de um final-de-semana de quatro jovens que residem no interior, teve como acréscimo uma iguaria o tanto quanto especial: a adrenalina.
Essa foi uma das várias histórias que já passei, mas citei ela porque foi uma das mais comentadas na conversa.
E por falar nisso, descobri uma outra coisa. Podemos tentar escrever com milhões de palavras a experiência do que vivemos, contando todas as minúcias, que nunca conseguiremos fazer com que a pessoa consiga provar o sabor do "agora" em questão.
Então conclui que o "agora" tem o sabor da subjetividade. Não adianta eu tentar estar presente num "agora" de um outro alguém, porque nunca conseguirei.
Então se você já estiver cansado de ler, que diferença faz você continuar lendo, tendo em vista que se o "agora" tem o sabor da subjetividade, você não conseguirá absorver nada que eu falei até agora mesmo, e ainda nem cheguei na metade do post?
Você tem três opções:
a) Sair do blog agora e me xingar por ter feito você perder o seu precioso tempo.
b) Sair do blog e pensar que a leitura não foi tão inútil assim.
c) Ouvir essa música e depois de ouvi-la continuar a ler. http://www.youtube.com/watch?v=LO_yZKLACBI
d) Que maé ouvir música o quê!? Vou é continuar lendo e pronto!
Escolha a opção que mais ache interessante, mas espero que escolha a opção c :)
Caso tenha escolhido a opção c, pesquise depois a letra da música, é muito bonita =)
Enfim, a vida é muito engraçada, me lembro de quando era pequeno e aprontava todas com meus avós em São Roque de Minas.
Ninguém aguentava eu e meus irmãos, eram muito épicas as bagunças que fazíamos, quando derrubávamos feijão e arroz dos balaios em que eram vendidos esses produtos na mercearia de meu avô, e fazia com que ele corresse atrás de nós, afim de que ele caísse ou coisa do tipo, também tínhamos a mania de escrever nas plaquinhas de oferta frases como "Messias chato", "Messias baleia assassina", etc, além dos desenhos que pregávamos em quase toda a cidade (que é GRANDE demais né rs) e outras coisas que se for detalhar ficaremos aqui até amanhã.
Relembrando isso vi que o "agora" tem também sabor de irmandade, bagunça e prematuridade.
Me recordo com muito gosto e prazer do EAC, Encontro de Adolescentes com Cristo, que tava mais para um encontro de adolescentes com a entidade contrário.
Bons tempos aqueles, meados de 2004, foi lá onde fiz uma das maiores amizades de minha vida, período que me marcou muito. O prédio do professor Múcio, as janelas das casas, as risadas na sacristia, a serra, as caixas de marimbondo, a liturgia, as músicas, teatros, amizade, conversas jogadas fora, planos de um futuro tão distante que hoje se mostra tão presente e a cada dia mais passageiro, os doces, o primeiro contato com as bebidas alcóolicas, as primeiras ficantes, as primeiras festas, o primeiro tênis da moda, a busca pela identidade e individualidade em um mundo tão globalizado que antes era visto com olhos adestrados por uma cultura modeladora de conceitos e virtudes, enfim, a adolescência chegando.
Vivi isso tudo durante esse período, e nele descobri que o "agora" tem o sabor de crescimento, personalidade e amizade.
De outro momento importante em minha vida, me recordo dos meus dias com meus dois grandes amigos Guilherme e Bruno, que estão presentes em minha vida a muitos anos também. Foi nessa época que descobrimos o ICQ, o Kazaa, tivemos nossos primeiros namoros virtuais, as pretendentes eram de Sertãozinho, interior de São Paulo.
Era uma época fantástica, em que não existia preocupação com nada, absolutamente nada, a não ser jogar videogame, ouvir música, RPG nos finais-de-semana, ir ao clube, o abraço feliz, zuar qualquer um, ir ao Eac, esperar a semana toda para chegar sábado as 14h30 para poder acessar a internet discada (até hoje me recordo do barulho e da demora tanto pra conectar quanto para acessar) e usufruir do ICQ, além de jogar Tibia e ter que esperar na fila de espera (SIM, é verdade). São tantas recordações que mal cabem aqui, pois a nossa amizade é viva até hoje, e de lá pra cá muita coisa aconteceu, mas posso dizer que a época de ouro foi essa.
Todos esses "agora" tem, entre vários sabores já citados, um em especial, o sabor do companheirismo.
Crescendo um pouco, beirando os meus 17 anos, tive que me mudar de Piumhi, e então conheci aquela que se tornaria a minha segunda família. Tudo começou com um convite de meu pai para que o amigo dele, Delfino, viesse passar o carnaval em Piumhi. E então fiz amizade com eles e quando morei em Belo Horizonte, frequentava direto a casa deles, se tornaram assim minha segunda família.
Além disso, foi nessa época que conheci muita gente legal e interessante e, de fato, me apaixonei pela primeira vez, amor que durou anos. Fiz muita amizade, conheci muita música através do Crito que foi uma importante pessoa pra mim, me mostrando vários lugares legais em BH e fingindo ser meu segurança quando saíamos pra fazer entregas hahahahaha, ele parava as garotas na Savassi e falava que era meu segurança, e eu era irmão da Cicarelli rs, funcionava :)
Obrigado por me mostrar o lado bom de Bh e da Savassi ahahahahahaha e me arrumar algumas peguetes também :D
Foi nesse período também que comecei o processo de amadurecimento, comecei a ficar mais atencioso com as coisas ao meu redor e parei de lerdar, embora ainda leso as vezes huahuahuahuahuahu
Também foi uma fase de minha vida que entrei em profunda depressão, onde foi importantíssima a presença de meus amigos que conquistei ao longo dos anos, e onde descobri qual deles eram verdadeiros.
Eu defino esse "agora" com um sabor bem diversificado, mas eu o classifico mais como um sabor de mudança.
Também existem os meus amigos que tenho laços desde os 3, 4 anos de vida, sendo essas pessoas o Marcos, a Fernanda e o Ricardo, que são minhas amizades mais antigas. Junto com essas pessoas, tenho também uma grande admiração e amizade pelo Tonys, Wesley e Wallan, amigos de longa data também, como o Gil Transer, Jeff, Lucim, Vieira, Bia, Everton, João, Raulzinho, Marcílio, Beiço, Maristela, Jurandir, Thiago Bibil, Márcio Severino, Thigalo, Gilberto, Marcílio, Victor Hugo e Alysson. Com eles pude descobrir que no "agora" é possível cultivar amizade de vários anos, e que essas amizades são verdadeiras, que podemos confiar para o que der e vier.
Também descobri com amizades mais novas, como é o caso do Fernando, Lígia, Dione e dos demais colegas de faculdade, que novas amizades também podem ser conquistadas, ainda mais nesses tempos que vivemos de tristeza e insegurança. Vocês me mostraram que é possível criar novos laços, tão verdadeiros e fiéis como os antigos.
Além dos novos amigos da faculdade, também conheci outras pessoas que, em seus particulares, me mostraram vários sabores. Bárbara Silvestre, Vitor Lopes, Silas, Mução, Vitor Garcia, Arthur Potter, Marcela, Ketlyn, Lorena, Fabiana, Mayara, Jesse, Fernandinha e vários outros.
A todos vocês, obrigado por me mostrarem que o "agora" tem sabor de confiança, de esperança e de alegria.
Com alguns mestres, descobri que o "agora" tem o sabor de aprendizado e c. Esses mestres me passaram um enorme conhecimento, tanto livresco quanto mundano. São esses mestres o Zé Geraldo, Jamil, Vicente, Gustavo, Roberto, Liliane, Lívia, Samantha, Claudinha, Pablo, André, o tão idolatrado e amado Catatau, Mestre Múcio, Regina, Doris, Rosevelt Fritz, Clóvis, Marcelo, Ana Maria, João entre outros que ainda estão por vir.
Para concluir, chego ao último "agora", o que estou vivendo (para não ficar repetitivo e colocar a palavra agora denovo) nesse momento.
Esse "agora" começo em 2007, quando voltei de BH, e não sei quando acabará. Foi nesse período que aprendi realmente a valorizar tudo que já passou em minha vida, tudo que já aconteceu comigo, que apanhei de muita coisa, sofri muito e hoje consigo administrar grande parte de meus sentimentos e a lidar com uma futura situação que possa acontecer. Claro, isso foi com muita luta, com muitos "agora" vividos.
Fiz novos amigos, descobri quais eram verdadeiros ou não, conheci tudo que sei de música hoje, criei novos ídolos, destruí preconceitos, me ingressei em uma faculdade, namorei, tomei porre, bati o carro, fiz bagunça, ri, chorei, diverti, fiquei deprimido, perdi dinheiro, fui enganado, mudei de estilo diversas vezes, me excluí da sociedade, fui poser (ou ainda sou, como diz o b. né), quis fugir, me achei a última bolacha do pacote, mudei de religião, estudei, malandrei, tive vontade de ir a lua, amei, odiei, fiz burrada, acertei, etc.
Foi com essas e diversas outras coisas que comecei a moldar um outro ser humano, que saiu do estado de construção por uma sociedade patética e se tornou (aliás, está se tornando) Matheus Majer. Foi assim então que estou me transformando, e buscando a cada dia ser um ser humano melhor.
Então posso definir esse "agora" com apenas um sabor: amadurecimento.
Um sabor que, sem dúvidas, engloba vários outros sabores.
Com o meu querido irmão Vinícius, meu "filho", eu descobri que ídolos existem, pois segundo ele, eu sou o ídolo dele rs.
Ele me mostrou que o "agora" tem o sabor de que a irmandade é uma das coisas mais importantes no mundo, pois ela supera a barreira da amizade!
Bem, chegamos então ao final dessa postagem e queria compartilhar um pensamento com vocês. O que aprendi desse momento de reflexão é que o tempo passa, voa. Hoje estou com 22 anos, prestes a fazer 23, no mês 05 do ano de 2011, e me lembro fielmente, como se fosse ontem, de todos esses acontecimentos, que fazem parte desde a minha infância. O tempo está voando, passando cada vez mais rápido. Lembrem-se que o "agora" tem vários sabores, devemos saber aproveita-los, pois quem irá degusta-los somos nós e mais ninguém.
E mesmo que o sabor não seja agradável, faça uma força e o deguste também, pois de toda experiência ruim, tiramos algo de útil para nossa vida. De que seria a vida, se fosse feita apenas de coisas boas, se fosse tudo muito fácil, assim como uma novela?
A vida não é uma novela, e é nos momentos difíceis, é durante a tempestade que criamos forças e vemos o quão fantástico somos nós, os seres humanos! E de toda experiência ruim, juntamos forças e novos ingredientes para acrescentar no nosso "agora", o tornando único e saboroso.
Cabe a você fazer do seu "agora" o prato mais gostoso de todos, e lembre-se, apenas você poderá degusta-lo.
Outra coisa que vale ressaltar é que em todas as nossas fotografias mentais estão embutidos vários sentimentos, vários detalhes que só nos lembramos, e vários estímulos externos nos fazem recordar de detalhes, sejam tais estímulos alguma música, cheiro, som, tato, etc, os cinco sentidos são muito importantes nesse sentido.
Também o protagonista de uma fotografia mental, pode estar presente em várias, e até em alguns casos ser coadjuvante em outras fotos. Você pode estar vendo uma fotografia e lembrar de um outro momento vivido, e lembrar de mais coisas que fazem você relembrar de outras e assim por diante.
Dê asas a sua imaginação e não deixe de guardar essas fotografias, lembre que o seu album é infinito e merece ser preenchido o máximo possível :)
Queria agradecer a todos presentes nessa postagem, e a todos os que não estão presentes também, mas que fazem parte de minha vida direta e indiretamente, pois são muitos nomes e não tem como citar todos.
Obrigado por me mostrarem os sabores do "agora", pois é graças a vocês que pude preparar o prato de minha vida, e a cada dia acrescentar um novo ingrediente.
Não posso deixar de agradecer a meus familiares, pois sem eles não estaria aqui agora. Obrigado por tudo gente!
Desejo a todos que sejam muitos felizes, e tenham muitos "agora" maravilhosos, e que saibam aproveita-los ao máximo, pois o "agora" é presente, mas também passado e futuro, e nunca voltar, só é possível vivê-lo em uma fração de segundo, mas a recordação é eterna.
Um forte abraço
Matheus Majer
Ando tendo pouco tempo para vocês, não é mesmo? Gente, não é que eu lhes faça pouco caso, o problema é que a cada dia minha rotina fica mais pesada, mas, enfim, todo burro tem que aguentar sua carga, não é mesmo?
Bem, sem mais, vamos ao post de hoje.
Havia um certo tempo em que eu não entrava em meu antigo msn, e hoje ao acessá-lo com a missão de reenviar convites para os antigos contatos (o msn novo que eu criei não está adicionando quase ninguém, estou tendo um sério problema que se resume ao seguinte caso: eu envio o convite mas o contato não é adicionado, fica na minha lista de offline durante um tempão, e eu pergunto se tal pessoa recebeu o convite e ela me fala que não, se alguém tiver a solução para esse problema e quiser me ajudar, é muito bem-vinda a ajuda =D) comecei uma conversação com meu tão estimado amigo André Valério, e em contrapartida ouvindo algumas músicas resolvi fazer essa postagem.
Acho que até hoje, nunca parei para pensar no valor do "agora". Essa palavra, tão despercebida, que diz tanto.
Comecei a pensar então, em qual sabor teria o "agora". Pensem comigo, a gente nunca dá valor a isso, nem adianta dizer que dá valor nem mimimi mimimi, porque estaremos sendo hipócritas, e é só quando lemos textos como esse que estou postando agora, ou power points da vida LOL que realmente damos valor.
Conversa vai, conversa vem, estávamos relembrando uma época que não viveremos mais, porque aquilo foi o "agora" de um dia distante, que não tem volta. Uma fração de segundos, que vale por anos e anos de recordação, uma verdadeira fotografia mental.
Chega a ser engraçado, pois em recordação a esse momento, outros momentos também foram lembrados, com personagens e situações diferentes em cada fotografia. O "agora" de cada um desses momentos englobava diferentes iguarias, umas mais doces, outras mais salgadas,umas mais picantes, outras nem tanto, mas todas dosadas, nada em exagero, afinal, um bom cheff sabe administrar os seus pratos, correto?
E também cada fotografia envolvia diferentes personagens com os seus próprios "agora", analisados sob um ponto de vista totalmente diferente, encorporando seus próprios temperos, criando seus próprios sabores.
Muitas vezes, aquela fotografia tirada por mim, pode não ter sido tirado por eles, e vice-versa.
Por exemplo, lembrei do ano de 2009, em que comecei a faculdade, nessa época eu morava em um condomínio onde fiz amizade com o André e então a gente saia bastante.
Nessa conversa do msn que tivemos, lembramos de tudo, desde o dia em que eu mudei pra lá e dos dias que eu não morava lá, mas ele me conhecia de vista (diz ele que eu era muito excêntrico, será? HAHAHAHA), dos momentos antes de eu tirar carteira de motorista, de todas as aflições que eu vivi, dúvidas, medo de não passar, nervosismo, e então a primeira tentativa, que foi falhada.
Ao pensar na falha, lembrei de um "agora" muito distante em que fui a uma ranchada de meu grande amigo Ricardo Marques, após a prova pra tirar a carteira, e que acabou sendo uma das ranchadas mais épicas de todos os tempos, com presença de duas entidades, representando o lado do bem, junto com Jesus Cristo, Smurfs, Zé Colmeia e os anjos, Raulzinho, e do lado das trevas, junto com Lúcifer, Adolf Hitler, Restart, Justin Bieber e Milles Cyrus, Jeruza.
Enfim, ao comentarmos do dia em que tirei carteira, lembrei de uma de minhas maluquices e bagunças da adolescência, em que saímos sem rumo de carro nas ruas de Piumhi, e então nos deparamos com uma casa muito sinistra, e resolvemos aprontar por lá.
Com o carro parado no meio da rua totalmente deserta, as luzes fracas do poste e o movimento de duas outras pessoas desconhecidas em uma esquina, o André sai do carro e vai bater em uma janela de uma casa também sinistra.
Ao som de "A Saucerful of Secrets" (segue audio http://www.youtube.com/watch?v=RJbNoHQmcAI) os dois desconhecidos começam a andar em direção ao carro que estava com a porta de trás aberta, com dois passageiros dentro do carro e um do lado de fora, sem saber da presença das outras duas pessoas. Se tudo tivesse dado errado, sabe lá o que poderia ter ocorrido com a gente.
Poderíamos ter sido mortos, roubados, sequestrados? Quem pode saber? Mas o importante é que aquele "agora", a simples saída de um final-de-semana de quatro jovens que residem no interior, teve como acréscimo uma iguaria o tanto quanto especial: a adrenalina.
Essa foi uma das várias histórias que já passei, mas citei ela porque foi uma das mais comentadas na conversa.
E por falar nisso, descobri uma outra coisa. Podemos tentar escrever com milhões de palavras a experiência do que vivemos, contando todas as minúcias, que nunca conseguiremos fazer com que a pessoa consiga provar o sabor do "agora" em questão.
Então conclui que o "agora" tem o sabor da subjetividade. Não adianta eu tentar estar presente num "agora" de um outro alguém, porque nunca conseguirei.
Então se você já estiver cansado de ler, que diferença faz você continuar lendo, tendo em vista que se o "agora" tem o sabor da subjetividade, você não conseguirá absorver nada que eu falei até agora mesmo, e ainda nem cheguei na metade do post?
Você tem três opções:
a) Sair do blog agora e me xingar por ter feito você perder o seu precioso tempo.
b) Sair do blog e pensar que a leitura não foi tão inútil assim.
c) Ouvir essa música e depois de ouvi-la continuar a ler. http://www.youtube.com/watch?v=LO_yZKLACBI
d) Que maé ouvir música o quê!? Vou é continuar lendo e pronto!
Escolha a opção que mais ache interessante, mas espero que escolha a opção c :)
Caso tenha escolhido a opção c, pesquise depois a letra da música, é muito bonita =)
Enfim, a vida é muito engraçada, me lembro de quando era pequeno e aprontava todas com meus avós em São Roque de Minas.
Ninguém aguentava eu e meus irmãos, eram muito épicas as bagunças que fazíamos, quando derrubávamos feijão e arroz dos balaios em que eram vendidos esses produtos na mercearia de meu avô, e fazia com que ele corresse atrás de nós, afim de que ele caísse ou coisa do tipo, também tínhamos a mania de escrever nas plaquinhas de oferta frases como "Messias chato", "Messias baleia assassina", etc, além dos desenhos que pregávamos em quase toda a cidade (que é GRANDE demais né rs) e outras coisas que se for detalhar ficaremos aqui até amanhã.
Relembrando isso vi que o "agora" tem também sabor de irmandade, bagunça e prematuridade.
Me recordo com muito gosto e prazer do EAC, Encontro de Adolescentes com Cristo, que tava mais para um encontro de adolescentes com a entidade contrário.
Bons tempos aqueles, meados de 2004, foi lá onde fiz uma das maiores amizades de minha vida, período que me marcou muito. O prédio do professor Múcio, as janelas das casas, as risadas na sacristia, a serra, as caixas de marimbondo, a liturgia, as músicas, teatros, amizade, conversas jogadas fora, planos de um futuro tão distante que hoje se mostra tão presente e a cada dia mais passageiro, os doces, o primeiro contato com as bebidas alcóolicas, as primeiras ficantes, as primeiras festas, o primeiro tênis da moda, a busca pela identidade e individualidade em um mundo tão globalizado que antes era visto com olhos adestrados por uma cultura modeladora de conceitos e virtudes, enfim, a adolescência chegando.
Vivi isso tudo durante esse período, e nele descobri que o "agora" tem o sabor de crescimento, personalidade e amizade.
De outro momento importante em minha vida, me recordo dos meus dias com meus dois grandes amigos Guilherme e Bruno, que estão presentes em minha vida a muitos anos também. Foi nessa época que descobrimos o ICQ, o Kazaa, tivemos nossos primeiros namoros virtuais, as pretendentes eram de Sertãozinho, interior de São Paulo.
Era uma época fantástica, em que não existia preocupação com nada, absolutamente nada, a não ser jogar videogame, ouvir música, RPG nos finais-de-semana, ir ao clube, o abraço feliz, zuar qualquer um, ir ao Eac, esperar a semana toda para chegar sábado as 14h30 para poder acessar a internet discada (até hoje me recordo do barulho e da demora tanto pra conectar quanto para acessar) e usufruir do ICQ, além de jogar Tibia e ter que esperar na fila de espera (SIM, é verdade). São tantas recordações que mal cabem aqui, pois a nossa amizade é viva até hoje, e de lá pra cá muita coisa aconteceu, mas posso dizer que a época de ouro foi essa.
Todos esses "agora" tem, entre vários sabores já citados, um em especial, o sabor do companheirismo.
Crescendo um pouco, beirando os meus 17 anos, tive que me mudar de Piumhi, e então conheci aquela que se tornaria a minha segunda família. Tudo começou com um convite de meu pai para que o amigo dele, Delfino, viesse passar o carnaval em Piumhi. E então fiz amizade com eles e quando morei em Belo Horizonte, frequentava direto a casa deles, se tornaram assim minha segunda família.
Além disso, foi nessa época que conheci muita gente legal e interessante e, de fato, me apaixonei pela primeira vez, amor que durou anos. Fiz muita amizade, conheci muita música através do Crito que foi uma importante pessoa pra mim, me mostrando vários lugares legais em BH e fingindo ser meu segurança quando saíamos pra fazer entregas hahahahaha, ele parava as garotas na Savassi e falava que era meu segurança, e eu era irmão da Cicarelli rs, funcionava :)
Obrigado por me mostrar o lado bom de Bh e da Savassi ahahahahahaha e me arrumar algumas peguetes também :D
Foi nesse período também que comecei o processo de amadurecimento, comecei a ficar mais atencioso com as coisas ao meu redor e parei de lerdar, embora ainda leso as vezes huahuahuahuahuahu
Também foi uma fase de minha vida que entrei em profunda depressão, onde foi importantíssima a presença de meus amigos que conquistei ao longo dos anos, e onde descobri qual deles eram verdadeiros.
Eu defino esse "agora" com um sabor bem diversificado, mas eu o classifico mais como um sabor de mudança.
Também existem os meus amigos que tenho laços desde os 3, 4 anos de vida, sendo essas pessoas o Marcos, a Fernanda e o Ricardo, que são minhas amizades mais antigas. Junto com essas pessoas, tenho também uma grande admiração e amizade pelo Tonys, Wesley e Wallan, amigos de longa data também, como o Gil Transer, Jeff, Lucim, Vieira, Bia, Everton, João, Raulzinho, Marcílio, Beiço, Maristela, Jurandir, Thiago Bibil, Márcio Severino, Thigalo, Gilberto, Marcílio, Victor Hugo e Alysson. Com eles pude descobrir que no "agora" é possível cultivar amizade de vários anos, e que essas amizades são verdadeiras, que podemos confiar para o que der e vier.
Também descobri com amizades mais novas, como é o caso do Fernando, Lígia, Dione e dos demais colegas de faculdade, que novas amizades também podem ser conquistadas, ainda mais nesses tempos que vivemos de tristeza e insegurança. Vocês me mostraram que é possível criar novos laços, tão verdadeiros e fiéis como os antigos.
Além dos novos amigos da faculdade, também conheci outras pessoas que, em seus particulares, me mostraram vários sabores. Bárbara Silvestre, Vitor Lopes, Silas, Mução, Vitor Garcia, Arthur Potter, Marcela, Ketlyn, Lorena, Fabiana, Mayara, Jesse, Fernandinha e vários outros.
A todos vocês, obrigado por me mostrarem que o "agora" tem sabor de confiança, de esperança e de alegria.
Com alguns mestres, descobri que o "agora" tem o sabor de aprendizado e c. Esses mestres me passaram um enorme conhecimento, tanto livresco quanto mundano. São esses mestres o Zé Geraldo, Jamil, Vicente, Gustavo, Roberto, Liliane, Lívia, Samantha, Claudinha, Pablo, André, o tão idolatrado e amado Catatau, Mestre Múcio, Regina, Doris, Rosevelt Fritz, Clóvis, Marcelo, Ana Maria, João entre outros que ainda estão por vir.
Para concluir, chego ao último "agora", o que estou vivendo (para não ficar repetitivo e colocar a palavra agora denovo) nesse momento.
Esse "agora" começo em 2007, quando voltei de BH, e não sei quando acabará. Foi nesse período que aprendi realmente a valorizar tudo que já passou em minha vida, tudo que já aconteceu comigo, que apanhei de muita coisa, sofri muito e hoje consigo administrar grande parte de meus sentimentos e a lidar com uma futura situação que possa acontecer. Claro, isso foi com muita luta, com muitos "agora" vividos.
Fiz novos amigos, descobri quais eram verdadeiros ou não, conheci tudo que sei de música hoje, criei novos ídolos, destruí preconceitos, me ingressei em uma faculdade, namorei, tomei porre, bati o carro, fiz bagunça, ri, chorei, diverti, fiquei deprimido, perdi dinheiro, fui enganado, mudei de estilo diversas vezes, me excluí da sociedade, fui poser (ou ainda sou, como diz o b. né), quis fugir, me achei a última bolacha do pacote, mudei de religião, estudei, malandrei, tive vontade de ir a lua, amei, odiei, fiz burrada, acertei, etc.
Foi com essas e diversas outras coisas que comecei a moldar um outro ser humano, que saiu do estado de construção por uma sociedade patética e se tornou (aliás, está se tornando) Matheus Majer. Foi assim então que estou me transformando, e buscando a cada dia ser um ser humano melhor.
Então posso definir esse "agora" com apenas um sabor: amadurecimento.
Um sabor que, sem dúvidas, engloba vários outros sabores.
Com o meu querido irmão Vinícius, meu "filho", eu descobri que ídolos existem, pois segundo ele, eu sou o ídolo dele rs.
Ele me mostrou que o "agora" tem o sabor de que a irmandade é uma das coisas mais importantes no mundo, pois ela supera a barreira da amizade!
Bem, chegamos então ao final dessa postagem e queria compartilhar um pensamento com vocês. O que aprendi desse momento de reflexão é que o tempo passa, voa. Hoje estou com 22 anos, prestes a fazer 23, no mês 05 do ano de 2011, e me lembro fielmente, como se fosse ontem, de todos esses acontecimentos, que fazem parte desde a minha infância. O tempo está voando, passando cada vez mais rápido. Lembrem-se que o "agora" tem vários sabores, devemos saber aproveita-los, pois quem irá degusta-los somos nós e mais ninguém.
E mesmo que o sabor não seja agradável, faça uma força e o deguste também, pois de toda experiência ruim, tiramos algo de útil para nossa vida. De que seria a vida, se fosse feita apenas de coisas boas, se fosse tudo muito fácil, assim como uma novela?
A vida não é uma novela, e é nos momentos difíceis, é durante a tempestade que criamos forças e vemos o quão fantástico somos nós, os seres humanos! E de toda experiência ruim, juntamos forças e novos ingredientes para acrescentar no nosso "agora", o tornando único e saboroso.
Cabe a você fazer do seu "agora" o prato mais gostoso de todos, e lembre-se, apenas você poderá degusta-lo.
Outra coisa que vale ressaltar é que em todas as nossas fotografias mentais estão embutidos vários sentimentos, vários detalhes que só nos lembramos, e vários estímulos externos nos fazem recordar de detalhes, sejam tais estímulos alguma música, cheiro, som, tato, etc, os cinco sentidos são muito importantes nesse sentido.
Também o protagonista de uma fotografia mental, pode estar presente em várias, e até em alguns casos ser coadjuvante em outras fotos. Você pode estar vendo uma fotografia e lembrar de um outro momento vivido, e lembrar de mais coisas que fazem você relembrar de outras e assim por diante.
Dê asas a sua imaginação e não deixe de guardar essas fotografias, lembre que o seu album é infinito e merece ser preenchido o máximo possível :)
Queria agradecer a todos presentes nessa postagem, e a todos os que não estão presentes também, mas que fazem parte de minha vida direta e indiretamente, pois são muitos nomes e não tem como citar todos.
Obrigado por me mostrarem os sabores do "agora", pois é graças a vocês que pude preparar o prato de minha vida, e a cada dia acrescentar um novo ingrediente.
Não posso deixar de agradecer a meus familiares, pois sem eles não estaria aqui agora. Obrigado por tudo gente!
Desejo a todos que sejam muitos felizes, e tenham muitos "agora" maravilhosos, e que saibam aproveita-los ao máximo, pois o "agora" é presente, mas também passado e futuro, e nunca voltar, só é possível vivê-lo em uma fração de segundo, mas a recordação é eterna.
Um forte abraço
Matheus Majer
terça-feira, 8 de março de 2011
A Night At The Opera Review
![]() |
| Album Cover |
Although Queen’s, previous album, Sheer Heart Attack, had yielded two hits, reached number one in the UK and even gone gold in the US it’s a testament that EMI were prepared to let them then create what was, at the time, the most expensive album ever made. A Night At The Opera, borrowing its title from the Marx Brothers’ film could so easily have been an enormous folly.
The aforementioned Sheer Heart Attack had seen their patent methodology of multi-layered recording producing a lush and yes, operatic, ambience produce something that had never been heard before. Combining these swathes of Freddie Mercury and the band’s vocals (both Brian May and Roger Taylor were also perfectly adequate singers) with a thousand guitar lines and Taylor’s Zeppelinesque drums had crossed the pop/rock divide with ease. But this was a band with ambition in spades. …Heart Attack had hinted at a working knowledge of 19th century parlour balladry, 20s ragtime and Jimi Hendrix. A Night At The Opera was to add opera, trad jazz, heavy metal and more to the mix.
Opening with a thinly veiled attack on their previous manager, “Death On Two Legs” the album then careens through a gamut of styles. With the writing divided fairly equally between Mercury and May (with John Deacon and Roger Taylor getting one number apiece as well) it veers between high camp and west coast rock with aplomb. May’s “The Prophet’s Song” serves up a slice of high concept sci fi, while his “39” is amiable country hoke. Mercury, of course, is far more in-yer-face with the frippery of “Seaside Rendezvous” and “Lazing On A Sunday Afternoon”.
Deacon, always the underrated member, may have had only one number, but it was a doozy. “You’re My Best Friend” was the second hit from the album and remains a pop classic; frothy but enduring. Naturally, no coversation about the album is complete without mentioning Mercury’s crowning moment. The multi-part epic, “Bohemian Rhapsody” took months to construct. Beginning as piano ballad, morphing into cod-Mozart and then stomping monster rocker and back to ballad, goodness knows how the band must have felt when he first unveiled it at the keyboard. Hats must also ome off for the executive at EMI who had the faith to release it as a single, following Kenny Everett’s championing of it on Capital Radio. As history records, it went to number one…for ever. Christmas 1975 was to be forever remembered as Queen’s. And A Night At The Opera remains their finest hour.
Album setlist
Side A
1. "Death on Two Legs (Dedicated To…)" (Freddie Mercury) – 3:43
2. "Lazing on a Sunday Afternoon" (Freddie Mercury) – 1:07
3. "I'm in Love with My Car" (Roger Taylor) – 3:05
4. "You're My Best Friend" (John Deacon) – 2:52 *
5. "'39" (Brian May) – 3:31
6. "Sweet Lady" (Brian May) – 4:03
7. "Seaside Rendezvous" (Freddie Mercury) – 2:15
Side B
1. "The Prophet's Song" (Brian May) – 8:21
2. "Love of My Life" (Freddie Mercury) – 3:39
3. "Good Company" (Brian May) – 3:23
4. "Bohemian Rhapsody" – (Freddie Mercury) 5:55 *
5. "God Save the Queen" (Ludwig van Beethoven) – 1:18
1. "The Prophet's Song" (Brian May) – 8:21
2. "Love of My Life" (Freddie Mercury) – 3:39
3. "Good Company" (Brian May) – 3:23
4. "Bohemian Rhapsody" – (Freddie Mercury) 5:55 *
5. "God Save the Queen" (Ludwig van Beethoven) – 1:18
(* Singles)
Freddie Mercury: Vocals/Keyboards/Piano
Brian May: Guitar
Roger Taylor: Drums
John Deacon: Bass
The Tracks
Death on Two Legs (Dedicated To...) (3:43)
Opens with some really odd piano work and odd sounds, with two layers of guitar coming in...it gets crazy for a few seconds before breaking into the main verse, nice guitar work over the piano melody with a steady bass and drumline. The chorus is a nice highlight with multilayered vocals from Mercury, it's choir-like...nice drum fills as well...it's obvious Queen doesn't necessarily follow the standard song structure here, doing a weird little bridge thing before the next verse...punctuated by weird bend/slide work from May....another chorus, which is incidently, pretty long, follows the verse, though it's not exactly the same as the first one. It ends with an abrupt cymbal roll...leading into...
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Lazing on a Sunday Afternoon (1:07)
I honestly thought this was still DOTL until I heard him talk about Sunday Afternoon...this is a 1920's-ish ragtime like piece ...it's a neat piano melody w/ bass and drums...the lyrics are a bit weird, but it's Queen, that's expected. Interesting guitar solo at about :50, sounds similar to the original piano melody...this one doesn't stop though, but bleeds right into their next track (do we see a pattern here?)
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I'm In Love With My Car (3:05)
With a title like that, one can only imagine what to expect out of this one. Opens right up with some flange on the guitar, I do believe, with piano/bass/drums supporting it...main riff isn't too special, but it's not bad at all. Mercury sounds a bit different on this song than the last two, but again, not bad. Screaming pinch harmonics come from May at times here, Zakk Wylde should take notes...next section has some slight chugging of the guitar, but we still get the sustained notes/PH's in there at times. This is slow enough to feel like a ballad...almost seems like something Metallica would've done...this song is not nearly as nonsensical as I expected it to be, but it's still a great tune to raise one's lighter too...fades out on the ultra flange and some lead work over it..
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You're My Best Friend (2:52)
Has some synth line that leads this one...it's kinda quirky sounding. Drums do alot of fills...nothing spectacular, but it's alright. Layered vocals almost throughout the song, makes the song feel bigger than it is. The guitar seems silent for the most part in this song, adding sustained/bent/whatever notes a few times, until 2:06 when the solo comes in...not blazing fast or technical, but it fits the song totally. Another chorus or two ends this feel-good song.
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'39 (3:31)
Opens with some choir-y vocals and...acoustic guitar I believe, with some violin or something behind it. The main melody has an interesting feel to it...it's not quite dark, it's not quite happy...it's kinda moody actually, but I like it. Drumline is insanely simple at first, but nothing wrong with that...I think that Deacon is playing Double Bass on this song, I know it was mentioned that he did, and I don't hear electric bass...interesting. There's an almost solo at 1:40 or so...I don't know what's playing it though. I wonder if this has something to do with WWII or something, since he mentioned 1939...but I can't really seem to tell. Just when you think the song has ended, the guitar comes back in for a bit more melody before ending. This isn't quite a feel-good song, as was YMBF, but it's not a depressing sort of song either.
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Sweet Lady (4:03)
Opens with what at the time was probably considered a hard guitar riff, with a nice bassline to go with it...this serves as basis for the main song melody...the chorus line gets much faster, everyone seems to follow a triplet sort of pattern for it....another verse/chorus...bridge around the 2:00 mark, it's short as the next verse begins a few moments later. Another chorus comes up, the faster feel is definetly felt here, as the guitar goes into a pretty cool solo...at times it reminds me of something Adam Jones might have done somewhere....fade out on this solo and the faster section.
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Seaside Rendezvous (2:15)
Opens up with another early 1900's type of piano melody...sounds like something that might be played in a bar by the sea...the vocal overdubbing is nice on this one...they bring in a couple of other instruments, but I'll be damned as to what they are...this one seems like they're just screwing around, it's like party sort of song...a 1900's type of party...
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The Prophet's Song (8:21)
Even by today's standards, a long song....opens with some acoustic guitar, pizzicato strings in the background, and wind. Electric guitar comes in soon after...Freddie sings like a pre-verse, guitar follows him...then the real verse starts...the drums and bass, although simple, give a sense of foreboding...the entire song has somewhat of a dark feel to it, mainly coming from the arrangement of the vocal harmonies most likely...a bridge-ish section comes in about 3 minutes in...a weird echo-thing goes on at 3:30...the other instruments have dropped out, so it's just Freddie...interesting sounds created by his incantations...this goes on for over a minute...it's actually starting to get to me...rest of the band doesn't come back in until almost 6 minutes in...some delay on at first, then a sort of guitar solo comes in a few minutes later...again, nothing too spectacular, but it's good nonetheless...things are going crazy at 7 minute mark, with guitar lines all over the place, crashing cymbals, multiple tracks of Freddie + bass under it all...we end with a repeat of the introduction, but the guitar melody is different, plus piano comes in to start our next song.
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Love of My Life (3:39)
Piano + harp carry this one at first, with some bass under it at times. Freddie utilizes his higher-range capabilties, but it's not quite falsetto. Distorted guitar comes in at almost 2 minutes in, but quickly drops back out...comes back in with a solo at almost 2:30...it's still got the feel of a metalish guitar solo, however the volume down makes it much more reserved, at least at first...as it gets turned up about the 3 minute mark for a few more moments..ends with some runs on the harp. This is definetly a mellow, chillout kind of piece.
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Good Company (3:23)
This one has an older feel to it too...not quite bluegrass, but as if it were done in the older south...guitar does a few flourishes here and there, but again, the volume turned down at first...for the...chorus...wah work on the guitar gives it an odd feel to say the least...the background vocals on this one remind me of a barbershop quartet actually...there's a break with the banjo taking the lead...then a spacey section happens, with flange and whatnot everywhere...breaks back into the main section...guitar solo about 2:51 or so...it fits the song well, as it's much more subdued and laid back. Another sort of feel-good piece.
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Bohemian Rhapsody (5:55)
I'd be willing to bet that everyone has heard this song, either parts of it, or in it's entirety at least once. This song has darn near everything that makes Queen, well, Queen. The song itself is broken up into sections, but there really isn't any chorus, bridge, or anything...this is a ballad by all means. The first section, the somewhat somber piano part, as Freddie laments about his crimes. The vocaling overdubbing on this one is quite interesting...gives it that operatic feel...the first guitar solo comes up...might be one of the first instances of shredding, even though it's not true shred. Next section showcases Freddie's range and abilites, has a very cool feeling to it. This leads into the headbanging part of the song...you know you headbang to this section...Wayne's World made this song famous for the headbanging in the car...song mellows out a bit, but the second guitar solo comes through this one. I honestly don't see how anyone can not like this song, it's just...so much fun, yet so serious at the same time. On a related note, check Newgrounds.com and search for "Titanium Rhapsody" to see Megaman sprites perform to this song...it's well done, and amusing.
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God Save The Queen (1:18)
Technically the last song, it's a glorified outro which has a very royal feel to it. It's not a bad end to the album, it's what makes Queen...Queen.
segunda-feira, 7 de março de 2011
No title
Acima do precipício ele estava
Em pé pensando na vida ele estava
De repente uma súbita vontade de se jogar lhe deu
Mas a ninguém recorreu, pulou, morreu
O precipício de sua mente era um abismo entre as suas duas realidades
A dele próprio, e a do mundo em que vivia
Seu nome era Ilusão
Vivia na solidão
Nada que ele vivia era real
Tudo o que esperava ser também não era
Nada que ele vivia era real
Tudo o que esperava ser também não era
Era iludido e enganado em meio a essa farça
Mas Ilusão se recompôs
E antes de cair teve o seu perdão
Não morreu, pensou ser um milagre
Mas Ilusão era cético e não acreditava em milagres
E desde esse dia então, começou a acreditar
E de pouco em pouco foi mudando
Mudando do pior para o melhor
Cresceu
Aprendeu
Evoluiu
Renasceu
E então, como num flash em câmera lenta
Sua queda foi rebobinada
E a fita do filme de sua vida teve um novo começo
Um novo meio... e aguarda por um novo fim
Agora ele busca viver todos os momentos
Que antes não vivia
E busca também sair dessa agônia
Dessa vida que ele tanto sofria
Tudo que ele vive é real
Tudo o que esperava ser na verdade é
Tudo que ele vive é real
Tudo o que esperava ser na verdade é
Porque ele sabe que foi destinado para algo maior
E ele sabe que foi destinado para algo maior
Algo maior
Destinado para algo maior...
Em pé pensando na vida ele estava
De repente uma súbita vontade de se jogar lhe deu
Mas a ninguém recorreu, pulou, morreu
O precipício de sua mente era um abismo entre as suas duas realidades
A dele próprio, e a do mundo em que vivia
Seu nome era Ilusão
Vivia na solidão
Nada que ele vivia era real
Tudo o que esperava ser também não era
Nada que ele vivia era real
Tudo o que esperava ser também não era
Era iludido e enganado em meio a essa farça
Mas Ilusão se recompôs
E antes de cair teve o seu perdão
Não morreu, pensou ser um milagre
Mas Ilusão era cético e não acreditava em milagres
E desde esse dia então, começou a acreditar
E de pouco em pouco foi mudando
Mudando do pior para o melhor
Cresceu
Aprendeu
Evoluiu
Renasceu
E então, como num flash em câmera lenta
Sua queda foi rebobinada
E a fita do filme de sua vida teve um novo começo
Um novo meio... e aguarda por um novo fim
Agora ele busca viver todos os momentos
Que antes não vivia
E busca também sair dessa agônia
Dessa vida que ele tanto sofria
Tudo que ele vive é real
Tudo o que esperava ser na verdade é
Tudo que ele vive é real
Tudo o que esperava ser na verdade é
Porque ele sabe que foi destinado para algo maior
E ele sabe que foi destinado para algo maior
Algo maior
Destinado para algo maior...
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Primeira canção da estrada / O pó da estrada
Apesar das minhas roupas rasgadas
Eu acredito que vá conseguir
Uma carona que me leve, pelo menos,
À cidade mais próxima
Uma carona que me leve, pelo menos,
À cidade mais próxima
Onde ninguém vai me olhar de frente
Quando eu tocar na velha guitarra
As canções que eu conheço
Eu tinha apenas 17 anos
No dia em que saí de casa
E não fazem mais de 4 semanas
Que eu estou na estrada
Mas encontrei tantas pessoas tristes
E não fazem mais de 4 semanas
Que eu estou na estrada
Mas encontrei tantas pessoas tristes
Desaprendendo como conversar
Que parece que eu estou carregando
Os pecados do mundo
Que parece que eu estou carregando
Os pecados do mundo
Que parece que eu estou carregando
Os pecados do mundo
Que parece que eu estou carregando
Os pecados do mundo
Os pecados do mundo
Que parece que eu estou carregando
Os pecados do mundo
Que parece que eu estou carregando
Os pecados do mundo
Que parece que eu estou carregando
Os pecados do mundo
O pó da estrada gruda no meu rosto,
Como a distância, matando as palavras,
Na minha boca sempre o mesmo assunto,
O pó da estrada.
O pó da estrada brilha nos meus olhos,
Como as distâncias mudam as palavras,
Na minha boca sempre a mesma sede,
O pó da estrada.
Conheci um velho vagabundo,
Que andava por aí sem querer parar,
Quando parava,
Ele dizia a todos,
Que o seu coração ainda rolava pelo mundo.
O pó da estrada fica em minha roupa,
O cheiro forte da poeira levantada,
Levando a gente sempre mais à frente,
Nada mais urgente,
Que o pó da estrada,
Que o pó da estrada.
Que o pó da estrada.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Pessoas que encontramos pela vida
Toda vez que você pensar que não é normal, lembre-se desses dois seres humanos nas fotos a seguir e agradeça por ser como você é.
domingo, 21 de novembro de 2010
Dezenove do Onze
Título sem criatividade total, mas vái lá...
Boa tarde a todos! Mó tempão que não escrevo por aqui, mas não é sem motivo não, é por causa do tempo, que agora nas férias terei de sobra pra postar.
Vamos ao que interessa. Esses tempos pra cá tem sido uma correria, mas tem sido muito legal também!
A começar pela viagem que falei que ia no post passado, ao Inhotim.
Nem milhares de postagens poderiam expressar o que senti naquele lugar, uma paz, lugar de beleza exuberante, fiquei admirado. A viagem então, nem se fala, foi engraçada KKKK todos felizes na noite anterior, bebendo heineken 600ml e comendo pizza a palito (não recomendo a ninguém KKKKK).
Juntamos com o 6º período de comunicação e ficamos lá até umas meia noite se não me engano, porque tínhamos que acordar de manhã no outro dia pra pegar o ônibus, às 06:00.
Foi legal, eu não conhecia muita gente do 6º período e fiz amizade com o pessoal, turminha 10, foram super atenciosos e gentis conosco.
Dormimos em um hotel fuleira de quinta categoria e acordamos 5 horas mortos pra pegar o ônibus 6, como eu tinha dito anteriormente. Todos felizes, bonitinhos, de mochilas na costa, aquela cena mais ensino fundamental, esperando os professores pra nos conduzir ao ônibus enquanto cantamos uma ciranda. Mas aí que descobrimos que o %#@%@ do funcionário do financeiro reservou o ônibus para o outro dia. Vamos rir para não chorar...
Eis que então em meio a muitas ligações, twittadas nos iphones, sms e mais centenas de ligações (tá, sei que tô exagerando, só algumas ligações, mas corridas!) conseguimos duas vans :DDDD
Tiramos muitas fotos, cantamos Xuxa e eu e a Raissa até compusemos uma música para alguma coisa que não estou lembrado agora. Majer no violão e voz, Raissa cantando rs. Até achamos o cão lady gaga huhuahua, depois posto o vídeo dele dançando o "Ah Muleke".
Entramos na van e cantamos músicas antigas que ninguém lembrava, no estilo de Macarena, aquelas boy bands antigas, programas ídolos, etc, essas merdas aí que estouraram a tempos atrás.
Chegamos em Brumadinho e almoçamos em um hotel fazenda, sensacional a comida, vimos os avestruzes e ficamos que nem aqueles bobões que nunca viram essas coisas na vida e resolvemos tirar fotos dos animaizinhos (coisa típica de gente do interior).
Durante a ida ao museu começamos a mexer com os brumadenses ou seja lá como se chama os nativos de brumadinho, e descobrimos que a cidade é composta de muitos integrantes da família restart, pessoas carinhosamente apelidadas por nós de "marca texto", trajando vestimentas de cor flúor, neon, ou como queiram chamar essas cores do tipo "chegueiiiiii amor".
No museu formou-se um grupo composto por Matheus Majer, Stenio, Fernando e b., ficamos andando e visitando as obras, cada uma mais legal que a outra. Alugamos um carrinho de golf (10 reais por pessoa #FACADA, aliás, tudo lá é caro) pra facilitar a locomoção, porque lá é muito grande e eu não queria emagrecer, senão eu acabo voando ahuahuahuhua.
A volta foi mais sussa, tirando o fato de que alguns meliantes na van cantavam uma música com o seguinte refrão: "Seguraaaaa na mãooooo de Deus".
Passada toda a diversão, voltemos a vida real. Trabalho, estudo, trabalho, estudo. Baladas nem pensar.
Só no feriado, onde reencontrei velhos amigos, tomamos vodka, escutamos ac/dc e fumamos narguilé.
A boate sábado tava legal, meus parabéns aos meninos da banda Dimorff, manda muito bem, e domingo só tinha umas 10 pessoas, sério! Eu até fiz uma piadinha, só que por ser um pouco (UM POUCO EM CAPS LOCK) de humor negro, não a divulgarei aqui xP
Então chegamos ao dia 19/11, nome do título SUPER criativo de meu post D:
Aula da professora Lívia, primeiro horário eu e o Fernando desenhando em nosso caderno que vamos sortear no twitter quando acabarmos. Eu fazendo meus desenhos (que até então eu imaginava ser surrealistas, mas na verdade durante a aula de sábado com a explicação da Samantha sobre o Dadaísmo, começo a imaginar que sejam dadaístas) e o Fernando os deles (na verdade era um caça palavras), deu a hora do lanche, e durante a aula estávamos conversando sobre cervejas e ele me contou que vendia Devassa no postinho em Arcos.
Resolvemos então durante o lanche ir ao postinho comprar, mas era preciso ir rápido, porque o lanche só tem 15 minutos de duração. Sai eu e o Fernando na rua pra comprar a tal Devassa, e chegando no tal postinho só tinha 1 devassa.
O que fizemos então? Compramos 2 Heinekens (1 pra cada) e 1 Devassa (pra dividirmos). Praticamente viramos as cervejas pra chegarmos a tempo, já que gastamos uns 5 minutos da PUC ao postinho.
Mas valeu a pena, a cerveja é até gostosa, apesar de muita gente falar que parece Skol aguada eu gostei, porém não é melhor que a Heineken.
Ao chegarmos na sala mostramos o tema de nossos papers a Lívia e fomos dispensados. Hora então da via sacra, o lanche de todo dia da PUC: Algo super calórico (geralmente optamos por tropeiro ou pão de queijo com filé, bacon, batata palha e bastante maionese caseira) e cerveja lata.
Como era 21:40h e não tinha muita coisa nos traillers, compramos um churrasquinho de porco (mais parecido com carne de gato) e fomos a tia Jane comprar a cerveja, porque no trailler é 2,50 e na tia Jane é 2,00 (de grão em grão a galinha enche o papo né não? De 50 em 50 centavos em uma semana dá pra comprar umas 2 cervejas no sábado, antes da aula de Cultura Religiosa :P).
Tava superipermega (neologismo mode: ON) lotado a tia Jane, aquele clima mais We are the champions após a formatura, todos felizes. Atravessamos um aglomerado de pessoas e compramos a cerveja.
Ficamos lá fora porque dentro estava lotado demais, então eis que surge uma deusa que fez com que as boquinhas do Majer, Bruno e Fernando caírem e os olhinhos brilharem. Na verdade ficamos assim a noite toda, porque o nível de mulheres lindas e xeros@s estava altíssimo, uma perfeição. Que pena que tínhamos que pegar o ônibus e estávamos sem dinheiro pra ficarmos lá e curtir a balada. Deixa pra próxima.
Então é isso, até a próxima postagem, espero que tenham gostado e se der deixem seus comentários a respeito.
Boa tarde a todos! Mó tempão que não escrevo por aqui, mas não é sem motivo não, é por causa do tempo, que agora nas férias terei de sobra pra postar.
Vamos ao que interessa. Esses tempos pra cá tem sido uma correria, mas tem sido muito legal também!
A começar pela viagem que falei que ia no post passado, ao Inhotim.
Nem milhares de postagens poderiam expressar o que senti naquele lugar, uma paz, lugar de beleza exuberante, fiquei admirado. A viagem então, nem se fala, foi engraçada KKKK todos felizes na noite anterior, bebendo heineken 600ml e comendo pizza a palito (não recomendo a ninguém KKKKK).
Juntamos com o 6º período de comunicação e ficamos lá até umas meia noite se não me engano, porque tínhamos que acordar de manhã no outro dia pra pegar o ônibus, às 06:00.
Foi legal, eu não conhecia muita gente do 6º período e fiz amizade com o pessoal, turminha 10, foram super atenciosos e gentis conosco.
Dormimos em um hotel fuleira de quinta categoria e acordamos 5 horas mortos pra pegar o ônibus 6, como eu tinha dito anteriormente. Todos felizes, bonitinhos, de mochilas na costa, aquela cena mais ensino fundamental, esperando os professores pra nos conduzir ao ônibus enquanto cantamos uma ciranda. Mas aí que descobrimos que o %#@%@ do funcionário do financeiro reservou o ônibus para o outro dia. Vamos rir para não chorar...
Eis que então em meio a muitas ligações, twittadas nos iphones, sms e mais centenas de ligações (tá, sei que tô exagerando, só algumas ligações, mas corridas!) conseguimos duas vans :DDDD
Tiramos muitas fotos, cantamos Xuxa e eu e a Raissa até compusemos uma música para alguma coisa que não estou lembrado agora. Majer no violão e voz, Raissa cantando rs. Até achamos o cão lady gaga huhuahua, depois posto o vídeo dele dançando o "Ah Muleke".
Entramos na van e cantamos músicas antigas que ninguém lembrava, no estilo de Macarena, aquelas boy bands antigas, programas ídolos, etc, essas merdas aí que estouraram a tempos atrás.
Chegamos em Brumadinho e almoçamos em um hotel fazenda, sensacional a comida, vimos os avestruzes e ficamos que nem aqueles bobões que nunca viram essas coisas na vida e resolvemos tirar fotos dos animaizinhos (coisa típica de gente do interior).
Durante a ida ao museu começamos a mexer com os brumadenses ou seja lá como se chama os nativos de brumadinho, e descobrimos que a cidade é composta de muitos integrantes da família restart, pessoas carinhosamente apelidadas por nós de "marca texto", trajando vestimentas de cor flúor, neon, ou como queiram chamar essas cores do tipo "chegueiiiiii amor".
No museu formou-se um grupo composto por Matheus Majer, Stenio, Fernando e b., ficamos andando e visitando as obras, cada uma mais legal que a outra. Alugamos um carrinho de golf (10 reais por pessoa #FACADA, aliás, tudo lá é caro) pra facilitar a locomoção, porque lá é muito grande e eu não queria emagrecer, senão eu acabo voando ahuahuahuhua.
A volta foi mais sussa, tirando o fato de que alguns meliantes na van cantavam uma música com o seguinte refrão: "Seguraaaaa na mãooooo de Deus".
Passada toda a diversão, voltemos a vida real. Trabalho, estudo, trabalho, estudo. Baladas nem pensar.
Só no feriado, onde reencontrei velhos amigos, tomamos vodka, escutamos ac/dc e fumamos narguilé.
A boate sábado tava legal, meus parabéns aos meninos da banda Dimorff, manda muito bem, e domingo só tinha umas 10 pessoas, sério! Eu até fiz uma piadinha, só que por ser um pouco (UM POUCO EM CAPS LOCK) de humor negro, não a divulgarei aqui xP
Então chegamos ao dia 19/11, nome do título SUPER criativo de meu post D:
Aula da professora Lívia, primeiro horário eu e o Fernando desenhando em nosso caderno que vamos sortear no twitter quando acabarmos. Eu fazendo meus desenhos (que até então eu imaginava ser surrealistas, mas na verdade durante a aula de sábado com a explicação da Samantha sobre o Dadaísmo, começo a imaginar que sejam dadaístas) e o Fernando os deles (na verdade era um caça palavras), deu a hora do lanche, e durante a aula estávamos conversando sobre cervejas e ele me contou que vendia Devassa no postinho em Arcos.
Resolvemos então durante o lanche ir ao postinho comprar, mas era preciso ir rápido, porque o lanche só tem 15 minutos de duração. Sai eu e o Fernando na rua pra comprar a tal Devassa, e chegando no tal postinho só tinha 1 devassa.
O que fizemos então? Compramos 2 Heinekens (1 pra cada) e 1 Devassa (pra dividirmos). Praticamente viramos as cervejas pra chegarmos a tempo, já que gastamos uns 5 minutos da PUC ao postinho.
Mas valeu a pena, a cerveja é até gostosa, apesar de muita gente falar que parece Skol aguada eu gostei, porém não é melhor que a Heineken.
Ao chegarmos na sala mostramos o tema de nossos papers a Lívia e fomos dispensados. Hora então da via sacra, o lanche de todo dia da PUC: Algo super calórico (geralmente optamos por tropeiro ou pão de queijo com filé, bacon, batata palha e bastante maionese caseira) e cerveja lata.
Como era 21:40h e não tinha muita coisa nos traillers, compramos um churrasquinho de porco (mais parecido com carne de gato) e fomos a tia Jane comprar a cerveja, porque no trailler é 2,50 e na tia Jane é 2,00 (de grão em grão a galinha enche o papo né não? De 50 em 50 centavos em uma semana dá pra comprar umas 2 cervejas no sábado, antes da aula de Cultura Religiosa :P).
Tava superipermega (neologismo mode: ON) lotado a tia Jane, aquele clima mais We are the champions após a formatura, todos felizes. Atravessamos um aglomerado de pessoas e compramos a cerveja.
Ficamos lá fora porque dentro estava lotado demais, então eis que surge uma deusa que fez com que as boquinhas do Majer, Bruno e Fernando caírem e os olhinhos brilharem. Na verdade ficamos assim a noite toda, porque o nível de mulheres lindas e xeros@s estava altíssimo, uma perfeição. Que pena que tínhamos que pegar o ônibus e estávamos sem dinheiro pra ficarmos lá e curtir a balada. Deixa pra próxima.
Então é isso, até a próxima postagem, espero que tenham gostado e se der deixem seus comentários a respeito.
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